A acelerada destruição da rica variedade de formas de vida na natureza levou à necessidade de tratados globais que buscassem a conservação da diversidade biológica.
Assim, importantes acordos foram travados, tais como a Convenção para a proteção da flora, fauna e das belezas cênicas dos países da América - de 1940; a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagem em Perigo de Extinção – CITES de 1973; a Convenção para Proteção de Espécies Migratórias de Animais Selvagens – de 1979 e os Princípios para a Administração Sustentável das Florestas - de 1992.
Contudo em 1987, o Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente (PNUMA) iniciou um processo de negociações que culminou em 1992, no Rio de Janeiro, na Convenção sobre Diversidade Biológica, sendo atualmente o mais importante dos tratados sobre biodiversidade. Após assinar a convenção em 1992, o Brasil ratificou-o em 1994.
Fruto da Convenção sobre Diversidade Biológica, foi assinado em 2000 o Protocolo de Cartagena de Biossegurança, que atualmente é o último importante passo em busca da conservação da biodiversidade no cenário internacional.
O Governo Brasileiro, na qualidade de país rico em biodiversidade, isto é um megabiodiverso, tem exercido importante atuação nas discussões internacionais que acontecem dentro da Convenção sobre Diversidade Biológica - CDB - cujo avanço social importante é o reconhecimento da relevância dos conhecimentos, práticas e inovações dos Povos Indígenas para a preservação da biodiversidade.